Sintonia de Cauã Reymond e Tatá Werneck marca comédia - Folha de Alphaville
06/07/2018
CADERNO A
Sintonia de Cauã Reymond e Tatá Werneck marca comédia
"Uma quase dupla" estreia no dia 19, com direção de Marcus Baldini
Graziela Costa
No longa, os atores vivem os policiais Keyla e Claudio, que vão solucionar uma série de misteriosos assassinatos (Foto: SerendipityInc)

O encontro de Cauã Reymond e Tatá Werneck para fazer a comédia “Uma quase dupla”, de Marcus Baldini, que estreia no dia 19, foi meio que ao acaso. Mas o resultado promete agradar pela sintonia entre os atores.

No longa, eles vivem Keyla e Claudio, dois policiais que não têm nada em comum, no entanto, são obrigados a formar uma dupla para resolver a série de misteriosos assassinatos que estão acontecendo na pacata cidade de Joinlândia. “Uma produtora, a Bianca Villar, com quem trabalhei e conhecia a Tatá, fez a proposta do filme. Eu já era fã antes de trabalhar com ela, acho a Tatá brilhante, na verdade, foi um grande aprendizado. Ela me mostrou muito do timing do humor, trocamos o tempo todo”, elogia Cauã.

Há seis anos longe do gênero, quando atuou no filme “Reis e Ratos”, Cauã disse que estava mergulhado em dramas e projetos muito densos. “Tinha acabado de fazer “Piedade”, com Matheus Nachtergaele e Fernanda Montenegro, então, acho que era a hora de voltar à comédia, foi um tiro certeiro. Queria fazer uma coisa mais leve, ver como era uma parceria com a Tatá. Os próximos projetos são dramas”, explica.

Ele se refere à cinebiografia do imperador “Dom Pedro I”, dirigido por Laís Bodanzky, e com previsão de estreia para outubro. O personagem já foi encarnado nas telonas por Marcos Palmeira, em Carlota Joaquina, de 1995.

Para Tatá, a parceria foi um grande aprendizado. “Foi um choque de estilos, eu sou mais solta, Cauã é mais certinho. Ficamos nervosos, pois somos de escolas diferentes, mas depois de contracenar com ele aprendi a me posicionar para a câmera de maneira muito melhor. Nas gravações de ‘Deus Salve o Rei’, por exemplo, os diretores falavam ‘Tatá, como você amadureceu’, e eu respondo ‘foi a escola Cauã’”, brinca.